Pastoral da Educação

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Coordenação

Bispo referencial: Dom Edgar Xavier Ertl
Bispo diocesano de Palmas-Francisco Beltrão

Objetivo Geral

Promover, articular e organizar ações evangelizadoras no mundo da educação, compreendido como pessoas, instituições e ambientes relacionados à educação, com a finalidade de ser sinal do Reino de Deus e de construir um ser humano fraterno, livre, justo, consciente, comprometido e ético.

Promover a formação cristã dos agentes da Pastoral da Educação na esfera da fé, da metodologia, da práxis e da celebração.

Incentivar os educadores católicos para o protagonismo no processo de evangelização na esfera da educação.

Estimular a comunicação entre a comunidade eclesial e o mundo da educação em busca de melhores relações fraternas que contemplem a inclusão e o desenvolvimento de todos.

Ser sinal e fermento do Reino de Deus nos ambientes educativos.

Fortalecer a dimensão ecumênica, dialogando com as diferentes denominações, culturas e tradições religiosas.

Aprofundar a formação na fé dos educadores católicos nos mais diversos níveis.

Incentivar a atuação cristã nos diversos processos educacionais: Meios de Comunicação Social, Instituições Educativas, Escolas, Família, Agremiações.

O foco de ação da Pastoral da Educação é o educador. Porém, o processo organizativo pastoral, deverá acontecer em comunhão com outras pastorais e movimentos ligados à Igreja. A Pastoral da Educação se entende como um dos componentes do Corpo Místico de Cristo, e quer ser parte deste todo, deixando-se interpelar, avaliar e conduzir pelo Espírito Santo, que não se reduz à Pastoral da Educação, mas está presente na Igreja toda. Comungar com o plano de pastoral da Igreja local, portanto, é condição necessária para que a Pastoral da Educação afirme sua identidade. O núcleo central de reflexão deverá ser a comunidade eclesial com sua organização pastoral. Pensar somente o universo das instituições educativas seria reducionismo, pois as escolas são um componente específico da educação formal, mas a educação integral da pessoa é algo que está além do ensino-aprendizagem. Educação atinge todas as esferas da vida.

A Pastoral da Educação, portanto, entende que a comunidade eclesial é o lugar privilegiado de planejamento, avaliação e celebração. O campo de trabalho, este sim, se estende aos mais diversos lugares: escolas, meios de comunicação social, famílias, agremiações e outros, pois, onde quer que a nucleação de agentes aconteça, é a Igreja que está reunida. É nesses ambientes institucionais diversos que a Pastoral da Educação presta seu serviço e ao mesmo tempo anuncia o evangelho.

Na comunidade eclesial, a Pastoral da Educação tem caráter celebrativo; nas escolas e outras instituições, é missionária e profética; na catequese ela poderá ser auxiliar nos processos; na família, ela é reflexão e luz na intimidade dos lares.

A Pastoral da Educação entende que a nucleação dos agentes poderá se dar também nas escolas ou em outros lugares distintos, porque a comunidade eclesial ultrapassa o ambiente paroquial. Entretanto ela não poderá se aproveitar dos horários letivos dos programas de ensino-aprendizagem das escolas, nem se identificar com modelos de ensino, quer da rede publica, quer das escolas privadas ou confessionais. A Pastoral da Educação é uma ação eclesial, instrumento do Reino de Deus, nos ambientes educativos, que respeita e dialoga com as diversidades de modelo

Todos os que participam de processos educacionais, se comprometem a refletir estes processos à luz da fé e queiram ser agentes protagonistas de qualquer projeto de libertação, são o público alvo da Pastoral da Educação.

A Pastoral da Educação entende que, são educadores evangelizadores, todos os cristãos que buscam refletir o conhecimento enquanto caminho para Deus ou para uma transcendência libertadora, e os educadores que querem fazer ponte entre ciência (conhecimento) e fé.

Naturalmente, os agentes primeiros ad intra são os profissionais da educação cristãos católicos. Esses são os principais responsáveis na articulação da Pastoral da Educação enquanto ação organizada específica. No ambiente ad extra o público alvo são os outros educadores, cristãos ou não cristãos, que se empenham em fazer da educação uma ferramenta humanizadora, ou um instrumento criador de vida e engrandecimento da condição humana.

A Pastoral da Educação é uma ação evangelizadora da Igreja com todas as implicações do termo. Ela é querigmática porque anuncia o Cristo ressuscitado. O Ensino Religioso Escolar, por sua vez, é uma área de conhecimento ligado ao setor pedagógico das escolas, com didática, conteúdos e métodos específicos.

A afinidade da Pastoral da Educação com o Ensino Religioso Escolar se dá naquilo que é mais amplo: a transcendência, a religiosidade, o fenômeno religioso, os valores. A partir disso a Pastoral da Educação se torna anunciadora do mistério cristão, que é vivido e celebrado na comunidade eclesial.

O conteúdo central da Pastoral da Educação é o anúncio de Jesus Cristo e a práxis cristã no mundo da educação, enquanto o Ensino religioso Escolar possui conteúdos que são determinados e orientados pelos sistemas de ensino, isto é, o Ensino Religioso é uma disciplina ministrada por profissionais habilitados para tal. Já a Pastoral da Educação é uma reflexão e uma práxis iluminada pela fé cristã.

A Pastoral da Educação é uma instância de conscientização para a plenitude da vida e não deve se preocupar somente em expandir o sistema cristão no mundo das escolas, mas deverá ser crítica e profética dentro dos ambientes educativos e na escola, zelar para que Ensino Religioso seja garantido na forma da lei, sem proselitismo e com respeito à diversidade cultural e religiosa.

Pastoral Escolar é toda e qualquer pastoral que se articula no universo da escola: poderá ser a Pastoral da Saúde, Pastoral da Comunicação, Pastoral de Juventude e outras. Pastoral Escolar poderá ser qualquer ação evangelizadora organizada, em qualquer escola, que esteja aberta para pastorais diversas, com coordenação escolar específica, com planejamento próprio, com os carismas e projetos específicos de cada instituição ou congregação religiosa mantenedora de escolas, principalmente escolas confessionais. Já a Pastoral da Educação tem sua articulação orgânica com a igreja local e reflete toda a educação enquanto canal de anúncio e experiência do Reino de Deus, os fundamentos filosóficos e teológicos da educação e a relação entre educação e evangelização. A Pastoral da Educação e a pastoral escolar não se misturam, mas também não se excluem. São complementares. A diferença é a amplitude.

Pastoral Escolar é toda e qualquer pastoral que se articula no universo da escola: poderá ser a Pastoral da Saúde, Pastoral da Comunicação, Pastoral de Juventude e outras. Pastoral Escolar poderá ser qualquer ação evangelizadora organizada, em qualquer escola, que esteja aberta para pastorais diversas, com coordenação escolar específica, com planejamento próprio, com os carismas e projetos específicos de cada instituição ou congregação religiosa mantenedora de escolas, principalmente escolas confessionais. Já a Pastoral da Educação tem sua articulação orgânica com a igreja local e reflete toda a educação enquanto canal de anúncio e experiência do Reino de Deus, os fundamentos filosóficos e teológicos da educação e a relação entre educação e evangelização. A Pastoral da Educação e a pastoral escolar não se misturam, mas também não se excluem. São complementares. A diferença é a amplitude.

Assessor é aquele que acompanha. Não é coordenador nem é agente liberado pata tanto. Normalmente o assessor já passou pelo processo, conhece a história da Pastoral da Educação, o planejamento orgânico da pastoral, tem consciência da eclesialidade desta ação pastoral e domina os conceitos básicos na área da Teologia e da Educação.

E fundamental que o assessor tenha mística, sabedoria e esteja à disposição do processo, principalmente em momentos de crise.

Entendemos que o Assessor Eclesiástico da diocese deverá ser cargo de confiança do bispo local e os assessores dos núcleos diocesanos da Pastoral da Educação deverão ser educadores, preferencialmente leigos.

Existem também os assessores ocasionais que não são oficialmente eclesiásticos nem permanentes. São especialistas para assuntos específicos e não precisam necessariamente dominar todos os conceitos básicos nos processos.

A Pastoral da Educação deverá se reportar à Igreja Católica que goza de autonomia na evangelização.

O planejamento e avaliação, bem como as diretrizes que a orientam, deverão estar afinados com o Plano Geral da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil e do Regional Sul 2.

A Pastoral da Educação não poderá se deixar cooptar pelos sistemas de ensino: rede pública, AEC (Associação de Educação Católica), escolas da rede particular e outras. Orienta-se, portanto, que em cada centro diocesano de pastoral, haja um ambiente para garantir a estrutura básica de funcionamento da Pastoral da Educação.

A Pastoral da Educação deverá ser tão ecumênica e aberta ao diálogo religioso quanto qualquer outra pastoral, de acordo com a concepção de Ecumenismo e Diálogo Religioso da Igreja Católica.

A Pastoral da Educação, quando inserida no universo da escola, deverá estar para além do ecumenismo. Deverá ser inter-religiosa, e mais do que isso, procurar diálogo com o mundo dos indiferentes, dos que não se afinam com crenças específicas, e nessa realidade, questionar comportamentos, valores e ser sinal de vida.

Na comunidade eclesial, a Pastoral da Educação necessariamente deverá ser confessional, celebrativa e sacramental.

Fonte: www.cnbb2.org.br

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